Cruzeiro, Cruzeiro querido

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Em BH tem uma coisa que me causa encantamento. E, ao invés de eu falar com minhas próprias palavras, colocarei aqui alguns versos que dirão por mim… 

“Existe um grande clube na cidade
Que mora dentro do meu coração
E eu vivo cheio de vaidade
Pois na realidade é um grande campeão

Nos gramados de Minas Gerais
Temos páginas heróicas, imortais
Cruzeiro, Cruzeiro, querido
Tão combatido, jamais vencido”

Pois é, queridos leitores do APA. Eu sou sangue azul desde pequenininha. Torço pelo Cruzeiro com grande amor, desde que me conheço por gente. E, por isso, minha ida à BH não podia deixar de contemplar uma visitinha a loja do Cruzeiro para a aquisição de um manto azul, daquele bem lindo e o qual visto sempre que a seleção entra em campo. Averdade é que tudo lá é azul, como diz a própria música de Lulu Santos “Tudo azul, todo mundo blue…”. E, para alguém de coração azul, entrar naquela loja é maravilhar-se com cada coisinha exposta, cada centímetro coberto por objetos azuis e cada roupa (sim, amo roupa) que eles oferecem lá. Se eu pudesse, traria praticamente todos os uniformes para variar a cada jogo que o time mais azul do mundo disputasse.

Pena esse post entrar bem na semana em que o campeonato mineiro encerrou, sem que o Crux (como carinhosamente o chamo) estivesse na final. Mas, somos realistas, não dá pra ganhar todas, né!

Pátio Savassi

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Engraçado que hoje, 07 de maio, sonhei com o local do post de hoje (esse post vai ao ar dia 11, mas foi escrito no dia 07 de maio). Sei lá porque sonhei, nem mesmo lembro o quê aconteceu no sonho. Mas quando olhei em minhas anotações sobre qual local de BH eu escreveria, tomei um susto ao ler Pátio Savassi e imediatamente lembrar que ele esteve em meus sonhos esta noite.

Enfim…

Vamos ao Pátio Savassi, já que essas coisas de consciente e inconsciente não são de meu domínio.

Desde que minha primoca se mudou para Belo Horizonte que ouço comentar sobre o Pátio Savassi. Sempre que ela vinha me visitar em Curitiba, contava que morava próximo a esse Shopping e tentava me explicar como exatamente ele era. Lembro-me que sempre que ela o citava em suas histórias, vinha a minha cabeça um shopping em Vitória, que não tenho certeza se o nome é Shopping Jardim (?). Pensava nesse tal shopping de Vitória, porque curiosamente lá ele é considerado um shopping, mas pra mim se trata de um pátio com lojas. Um andar só, minusculinho, e com pouquíssimas lojas… quase não vale à pena ir lá. Quando a primoca se referia ao Pátio, dizendo sempre que ele era pequenininho, imaginava tão pequeno quanto esse pátio em Jardim da Penha.

Mas, ao conhecer o Pátio Savassi, surpreendi-me. Realmente trata-se de um shopping pequeno, bem menor que esses outros que estamos acostumados a ir. Porém, bem maior do que eu imaginei de acordo com sua descrição.

A verdade é que achei o Pátio Savassi uma gracinha. Talvez, se eu ainda morasse em BH, láaaa na Cidade Nova, eu não iria despencar até a Savassi só pra frequentar o Pátio Savassi (a não ser que fosse para ir ao meu amadinho Outback Steakhouse). Mas, se eu morasse ali do lado, como no caso da primoca, acho que eu iria lá muitas vezes sim… É tranqüilo, é gostosinho, com várias opções gastronômicas bacaninhas e com essas lojinhas de roupas e maquiagens que nós amamos.

Se estiver hospedado próximo à Savassi, por tanto, visite o Pátio Savassi. Você vai gostar!

 

P.S. Viagem feita em dezembro de 2011, antes do APA ir ao ar, e que eu decidi registrar por aqui. 

Swingers Lounge

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Ah, os tempos de faculdade! Em tom saudosista escrevo o post de hoje.

Meus anos universitários foram vividos intensamente numa das cidades mais universitárias que já visitei, Vitória, no Espírito Santo. Foi lá que vivi por quase quatro anos (o último período foi feito aqui em Curitiba) e vivenciei uma das épocas mais divertidas de toda a minha vida… época de poucas responsabilidades, muitos rocks (como os capixabas chamam as baladas) e vários, vários mesmo, namorados!
Não por menos, um dos locais preferidos para irmos badalar até cair era a Swingers Lounge. Meus Deus do céu… ir à Susu, como carinhosamente a chamávamos, era garantia de diversão. Porém, assim como em outras casas da rede, com o tempo a Susu foi perdendo seu brilho e pouco tempo antes de eu me mudar de Vitória, acabou fechando suas portas. Triste para os visitantes mais ativos… como eu, por exemplo.
Pois, como num passe de nostalgia, eis que chego à Belo Horizonte, e sou convidada por minha prima a ir à Swingers Lounge. Trava-se o diálogo:
- Swingers Lounge?
- Sim, Swingers Lounge!
- Aquela Swingers Lounge?
- Sim, aquela Swingers Lounge!
- Você está falando da Susu?
- Sim, é da Susu que eu estou falando!
- Pare que a Susu ainda existe aqui em BH!
- Sim, e é um dos locais mais divertidos que a moçadinha vai.
Bom, ela definiu bem… a moçadinha vai. Eu não tenho mais meus 18 aninhos, não tenho mais aquele pique da época de facul e, muito menos, sou disposta a sair numa baladinha e pegar todos como naquela época. Resumo da ópera, senti-me uma tiazona naquele lugar!
Porém, salvo esses detalhes, a Susu de BH é tão bacana quanto a Susu de Vitória. Até a seqüência de acontecimentos, como a roda da tequila, é a mesma. Até as vinhetas que entre uma música ou outra são disparadas “Ssssssssswingers Lounge” após uma buzina ensurdecedora, são as mesmas. Impressionante!
A impressão que eu tive foi que fui colocada num túnel do tempo e cuspida no meio de um monte de universitários ávidos por bebida e beijos na boca, como há quase 10 anos atrás.
Senti-me, sim, um peixinho fora d’água, de ver aquelas menininhas com roupas justérrimas e curtérrimas, sacolejando ao som de músicas novas e outras não tão novas, disparando olhares 43, 44, 45 a qualquer rapazinho com princípio de penugem no queixo que passasse por perto. A Swingers, definitivamente, é a mesma.
Quem não é a mesma mais, sou eu! É aí que noto a diferença!
Bom, independentemente disso, se você tem menos de 20 anos, recomendo: vá à Swingers Lounge. Todos precisam passar por aquela experiência, rsrs.

Ponteio Lar Shopping

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Com o tempo vocês, leitores assíduos, perceberão que eu adoro visitar lojas de coisinhas para casa. A verdade é que se deixarem, eu trago um artefato novo para decorar a minha casa, em cada andança que eu fizer. Amo, amo, amo colocar coisinhas novas por aqui e por ali. Por conta disso, um dos meus passatempos preferidos quando eu saio de casa é visitar lojas de decoração, de móveis e, até mesmo, essas lojinhas 1,99 que, se bem garimpadas, oferecem uma infinidades de coisas bacaninhas.

Em BH não foi diferente. Minha tia e primos nos levaram para conhecermos o Ponteio Lar Shopping. Quando eu morava em BH, o Ponteio já existia. Mas, naquela época eu era novinha demais e ainda não me interessava por essas coisas. Ou seja, mesmo tendo vivido por 14 anos em Belo Horizonte , jamais havia ido ao Ponteio Lar Shopping. Pois, acreditem, como o próprio nome diz, o Ponteio é um shopping exclusivo para o lar. Imaginem só se meus olhinhos não brilharam horrores lá dentro! Tem lojas de móveis internos, externos, decoração, utilidades domésticas e o que mais você quiser e/ou precisar para sua casa. É show de bola!
Aqui em Curitiba você precisa catar as lojas em locais diferentes. Ali em Santa Felicidade , por exemplo, tem uma infinidade de lojas de móveis, uma atrás da outra. Porém, pensem comigo… Curitiba, frio, chuva, vento, rua, ar livre, gripe, rinite, bronquite, asma… rsrs, exagero meu? Morador de Curitiba, por favor, diga-me: é exagero meu? Quem, em sã consciência, vai subir a Manoel Ribas a pé para entrar de loja em loja atrás de novidades para o lar?
Pois BH poupou quem ama fazer isso. Não é só o Ponteio, sei que há outros. Mas, o que eu conheci foi esse e está aprovadíssimo por essa que vos escreve.
Se você, assim como eu, ama fazer umas comprinhas, ou apenas “bater testa” vendo vitrines lindas sobre coisas para casa, e, por um acaso do destino, for a Belo Horizonte… vá ao Ponteio Lar Shopping e se divirta. Tenho certeza que você vai amar!
 

P.S. Viagem feita em dezembro de 2011, antes do APA ir ao ar, e que eu decidi registrar por aqui. 

Bar Tizé

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

Belo Horizonte já foi eleita algumas vezes como a Capital do Boteco. Isso se dá a enorme variedades de botecos concentrados, principalmente, num dos bairros mais boêmios do Brasil: a Savassi. Obviamente, uma visita à BH não poderia deixar de contemplar um boteco, com direito a belisquetes regados à muito Chopp.

O escolhido pelos meus primos, anfitriões queridos que me receberam muito bem, foi o Bar Tizé. O Tizé é um desses bares que jamais encontraremos em Curitiba. O bar mesmo, pequeno e simples, expande-se pela enorme calçada, concorrida por jovens de idades variadas, com mesinhas que se confundem ao bar da frente que, infelizmente, não recordo o nome. Isso é o que acho mais bacana em BH, a informalidade. Pra bater um papo gostoso com os amigos não precisa muita coisa. Basta uma mesinha ali, à luz da lua mesmo, com o climinha agradável que só Belzonte tem. Sem brigas, sem disputas desnecessárias e, de preferência, todo mundo junto e misturado. Outra coisa bacana de BH é isso: parece que todo mundo está junto, como se uma mesa fosse a extensão da outra. O papo às vezes se confunde, as pessoas se aproximam, e no primeiro deslize, já surge um novo casalzinho, ou na pior (ou melhor) das hipóteses, um novo grupo de amigos.

Há quem diga que “mineiro come quieto”. Desculpem-me os curitibanos, mas se for pra seguir nessa linha, eu diria que “mineiro come quieto, mas pelo menos come”… as interpretações ficam por conta de vocês.

P.S. Viagem feita em dezembro de 2011, antes do APA ir ao ar, e que eu decidi registrar por aqui. 

BH Shopping

Belo Horizonte – Minas Gerais – Brasil

O mais bacana de ir à Belo Horizonte 14 anos depois de tê-la deixado para assumir o Paraná como moradia, é poder comparar o que ela é hoje e o que ela era no século passado. Como BH cresceu de lá pra cá! Lembro-me que quando eu morava lá na Cidade Nova, a cidade, que já era enorme, era, de certa forma, tímida no que diz respeito às modernidades dos tempos atuais. Comparando a Curitiba, por exemplo, a diferença entre o planejamento urbano de ambas as cidades era o que mais me chocava, mesmo eu sendo uma reles adolescente naquela época.

Hoje BH me parece bem mais planejada. Enorme como sempre, ou ainda maior, na verdade. Trânsito caótico, ou ainda mais caótico. Povo apressado, ou ainda mais apressado. Não consigo entender se tudo continua igual, ou pior… ou melhor, depende do ponto de vista. Mas planejamento… sim, isso parece existir mais hoje.

As inúmeras subidas e descidas continuam lá, como há 14 anos atrás. A Afonso Pena, gigante, importante e disputada, também. O vai-e-vem apressado dos mineiros da Savassi, idem. Um ou outro novo shopping. Várias novas lojas. Prédios, muitos prédios, bairros recheados de prédios que antes não existiam.

Fato que ocorreu no bairro onde me hospedei. A casa dos meus tios fica ali no Belvedere, quase em frente ao BH Shopping. Lembro-me que quando moradora belohorizontina, poucas vezes ia ao BH Shopping por um motivo muito simples: era longe demais da minha casa. Isso acontecia, normalmente, aos finais de semana. E, quando aventurávamos a ir ao tal BH Shopping, preparávamos para uma viagem. Às suas redondezas, mato, muito mato. Quase não havia prédios por ali.

Pois agora não é mais assim. Há muitos prédios residenciais, e outros tantos comerciais. Não por menos, o BH Shopping, ali aos pés da casa dos meus tios, foi o primeiro local que eu e a dona Mama visitamos, assim que chegamos a terras mineiras. Para a dona Mama, nada de novo, ela mora lá ainda. Mas, para mim, um universo inteiro que um dia foi conhecido, depois se tornou desconhecido e que agora estava ali, completamente a minha disposição, para que eu pudesse conhecer novamente.

Feita toda essa introdução, sobre o BH Shopping eis o que tenho a dizer…

Pra mim, é outro shopping hoje. Não reconheci nada, nem mesmo a praça de alimentação. É como se tivessem demolido aquele shopping que minha memória adolescente guardava, e construído outro no lugar. Ou eu não lembrava direito como ele era, ou ele realmente mudou muito. Segundo minha prima, a única diferença é que agora ele tem um andar a mais. Será? Minha prima mora em BH há apenas quatro anos, será mesmo que a diferença entre a minha época e os dias atuais é o último andar, que antes não tinha?

Bom, independentemente disso, sigamos…

O BH Shopping é do grupo Multiplan e como eu disse a dona Mama ao adentrarmos em suas instalações “Shopping é tudo igual”. Tudo bem que depois que fui ao Chile e conheci o Parque Arauco, eu poderia até retirar o que disse. A verdade é que conheço muito pouquinho desse mundo, então minha afirmação foi, de certa forma, deveras ignorante. Corrigindo minha declaração, então: “Shopping do grupo Multiplan é tudo igual”, e, vejam, isso não é uma crítica, ok? Acho que são os melhores shoppings que temos por aqui. Mas, não adianta, o BH Shopping, por mais comum que seja, cumpriu seu papel… o de ceder espaço para compras, passeio e comilanças, com conforto, organização e variedade. Aliás, a praça Gourmet do BH Shopping oferece boas opções pra quem pode se dar ao desfrute de comer o que quiser sem brigar com a balança. Acredito ser um bom local para essas finalidades.

Por fim, e sem mais delongas, o BH Shopping ainda é um queridinho dos belorizontinos. Soube, inclusive, que ele é frequentado largamente por nomes conhecidos, como artistas das telinhas, dos palcos e craques dos campos. Quem sou eu, então, pra dizer algo contra o BH Shopping? De maneira alguma!

P.S. Viagem feita em dezembro de 2011, antes do APA ir ao ar, e que eu decidi registrar por aqui.